Felicidade, artigo dependente de vontade. Desejou ser feliz? Que bom que você assim o quis, mas saiba, não basta querer ser, é imprescindível nela querer viver!
Felicidade que se vive é edificação erguida sobre fundação adequada; é luta não vencida, mas oportunidade conquistada, um gesto de gentileza ante toda dureza, e no enfrentamento da dúvida, ainda que com a face úmida, a força da certeza de que, se a esperança não põe mesa, a ela leva com gentileza.
Felicidade é estado, não é algo pronto e finalizado. É construção que não se acaba, aonde se vive desde a obra iniciada; é expectativa que mantém viva, porquanto é renovada como por encanto sempre que, momentaneamente paralisada e apesar de todo espanto e após cada pranto, esta obra é retomada.
E que me desculpe o poetinha camarada, carioca de nascença e baiano de crença, mas felicidade não tem fim; a tristeza, esta sim! Então lave os olhos nas águas da alma, busque na fé serenidade e, calma, seja feliz, mas não seja juiz, pois quem julga e sabe que isto não lhe cabe, fica descolado da realidade ou desnorteado do que é a verdade!
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