Era um dia de muito calor
Depois da chuva, umidade
Sensação térmica de horror
Quase fora uma calamidade
Passeava na rua, distraído
Quando vi algo inusitado
Uma flor havia brotado
No asfalto amolecido
Pensei como ocorreu
se não há lógica nisto
Embora seja bem visto
sua cor a quebrar o breu
Há também a delicadeza
obra prima da natureza
a desafiar o seu destino
no ambiente masculino
Humanas construções
pelas suas obras viárias
escoam multidões diárias
em suas múltiplas direções
Depois da chuva, umidade
Sensação térmica de horror
Quase fora uma calamidade
Passeava na rua, distraído
Quando vi algo inusitado
Uma flor havia brotado
No asfalto amolecido
Pensei como ocorreu
se não há lógica nisto
Embora seja bem visto
sua cor a quebrar o breu
Há também a delicadeza
obra prima da natureza
a desafiar o seu destino
no ambiente masculino
Humanas construções
pelas suas obras viárias
escoam multidões diárias
em suas múltiplas direções
E nela, a beleza, a candura
quiçá na fria noite escura
mostra sua feminilidade
em meio à dura cidade
Quem por acaso duvida
da feminina flor a vencer
mesmo que venha perecer
sob uma das rodas da vida?
Frágil, é mais forte que a dor
Frágil? só o seu jeito de flor
É a gramática que ensina
Vida tem alma feminina!
Nós temos a capacidade de ver, a necessidade de ter nos afasta do olhar, olhar que por traz de alguém existe uma alma feminina.
ResponderExcluirAh! Esse blogueiro tá 1 ano atrasado! Mesmo assim, muito obrigado pelo belo recado deixado!
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