Todos
nós procuramos a saída dos nossos problemas. Encontra-la está nos reclamos dos
nossos dilemas.
Em
situação de opressão, quando nos parece tudo perdido, o ser humano parece
decidido a inculpar a quem julga lhe atacar. Ainda que este sequer o conheça,
basta que lhe pareça ser pessoa ideal a responsabilizar pelo seu inferno astral
que teima não finalizar.
Assim
fazemos contra os que diferem de nós, conferindo-lhes o papel de algoz, mesmo
que as diferenças de opinião nos pareçam pequenas quando não perturbam nossas
crenças nem justificam nossas cenas. Isto não importa, porque olhamos para ela
qual uma porta cujo golpe aplicado fará abrir passagem para o outro lado.
E não
é um somente, mas diversos golpes desferidos, que acabam por deixar nossos
dedos feridos, enquanto que erroneamente julgamos termos encontrado a saída,
quando em verdade o que fizemos foi trazer mais alguém para esta vida sofrida.
A saída
é algo que nos projeta para além da dor, embora senti-la seja para nós um
grande favor, haja vista caminharmos em revista à nossa história e sem a dor do
erro pregresso, impossível compreender o nosso progresso, a nossa vitória.
Acreditar
no impossível, ir para além do crível, pois a humanidade só avança se, embalada
pela esperança também chamada possibilidade, busca melhorar o que já alcançou e
do desterro alçar a liberdade ante a dor do erro que já passou e que se tornou
passado ao encontrar consolo no amor plenificado, prenunciador do estado de felicidade.
A
saída aos desafios da vida leva ao encontro da Verdade!
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