A dor o visitou? Renasça na esperança, guarde consigo a certeza de que ninguém sucumbira, pois o amor vencerá!
O medo marcou presença? Tenha ciência de que ele é tão somente um aviso que a gente sente para orientar nossos passos, logo, não saia com ele em abraços, mas ouça seus avisos com sabedoria e siga com coragem o seu dia a dia!
A raiva eclipsou o amor? Observe a natureza e veja que, com certeza não duram mais que minutos a passagem da lua à frente do sol e que, louvável pela precisão em que ocorre a ocultação, não é mais que uma antecipação ao admirável arrebol.
Se sentimos raiva, medo ou dor, agradeçamos a quem for porque vivos estamos e, sem enganos, desta situação reergueremos porque nada temos a menos que aqueles que divisamos, quer seja por amor, respeito, admiração, ou que invejamos a sua condição. Então, tais estados de sentir não são mais que remédios amargos para que alcancemos o doce porvir.
E quem poderá dissentir se você mesmo anuir que o melhor ainda há de vir se você assim decidir, consentir e com coragem perseguir o sonho, o intento, a esperança? Deixe os remédios salutares e seus momentos pares à guisa de lembrança de um tempo em que faltava a confiança, mas cujo peso derramado argamassou o passado e se tornou base para a construção do futuro, agora presente, de um ser forte pela sua superação!
Dúvida? Volte ao início desta dissertação e leia até desenvolver sua convicção!
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